Lucas Vaz, um cantor de brasilidades

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“[…] acho que o axé é mais que um gênero, é um movimento.”, diz o cantor ao explicar que o estilo engloba vários ritmos.

 

Da esquerda para a direita: Maria Eduarda Palermo, Lucas Vaz e João Vitor Mota.

Considerado um artista da nova geração brasileira, Lucas Vaz é aclamado por sua habilidade de fundir diversos gêneros, como samba, axé music, MPB, sertanejo, reggae e pop rock. Para celebrar os 18 anos de carreira, ele gravou, em novembro de 2025, o projeto audiovisual “#LV18“, que contou com clássicos da música brasileira e, também, canções da própria discografia, a exemplo de “Vem Me Dar um Beijo” e “Beleza” — que terá sua versão ao vivo lançada em todas as plataformas digitais no dia 16 de abril.

Em entrevista aos monitores Maria Eduarda Palermo (do curso de Jornalismo) e João Vitor Mota (do curso de Audiovisual), o convidado contou como se define tanto como pessoa quanto como artista e, também, em que momento da vida surgiu o interesse pela música. Além disso, ele disse quando começou a tocar axé music, a razão de ter incorporado outros estilos em seu trabalho e como a cultura baiana influenciou o seu estilo, uma vez que os pais são naturais da Bahia.

Sobre o projeto audiovisual comemorativo, o cantor explicou a ideia, a escolha do repertório, a produção e o resultado. E, por fim, Lucas Vaz falou sobre as adequações que tem feito para atender as novas gerações, a nova MPB, os critérios que utiliza para escolher um cover, a parceria com Evandro Rodrigues, o processo de composição, as principais inspirações, o feedback recebido do público, os projetos futuros e as diferenças entre cada apresentação, incluindo o Carnaval de Salvador.

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