Movimento da Paz e Justiça Ives Ota

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“Ajudando a cicatrizar a ferida do outro é que cicatriza a gente!”, explica a mãe de Ives Ota.

 

Matasaka e Keiko Ota

Visando clamar por justiça e perdão, o Movimento da Paz e Justiça Ives Ota realiza palestras, reuniões de estudo e treinamentos, ajudando principalmente pessoas que de alguma forma sofreram violência.

Equipe da Gazeta AM posa com o casal Ota.

A Ong foi fundada em setembro de 1997 por Matasaka e Keiko Ota, pais do menino Ives Ota, sequestrado e morto no mesmo ano.

Em visita ao estúdio da rádio Gazeta AM, o casal Ota concedeu uma entrevista ao programa “Almanaque Gazeta” e falou sobre os trabalhos desenvolvidos pela Ong, o desafio de superar os sentimentos negativos depois da perda de um ente querido por conta da violência, a sua visão do indulto aos penitenciários e a importância das pessoas estarem unidas e lutarem por uma causa que acreditam.

A entrevista também contou com a participação do Prof. Pedro Vaz, gerente da emissora, e dos casperianos Arthur Beltrame e Bruno Capozzi.

Ouça aqui!

Entrevista (Parte 01)

Clique aqui e baixe o arquivo em mp3.

Entrevista (Parte 02)

Clique aqui e baixe o arquivo em mp3.

Caso Ives Ota

No dia 29 de agosto de 1997, Ives Yoshiaki Ota, de oito anos, foi sequestrado por três homens em sua própria casa, na Vila Carrão, na zona leste de São Paulo. Neste dia ele brincava com seu primo, sob os cuidados da babá; e na madrugada do dia seguinte, ele já estava morto com dois tiros no rosto porque reconheceu um de seus sequestradores. Os responsáveis pelo sequestro e morte do menino faziam a segurança nas lojas de seu pai, sendo que dois deles eram policiais militares.

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