Paradesporto Brasileiro

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“(Nosso trabalho é) Garantir uma estrutura para que o atleta tenha 100% de sossego, paz e segurança.”, explica o diretor técnico do CPB.

 

Logo dos Jogos Paralímpicos de 2016.

Em 2012, durante as Paralimpíadas de Londres, a delegação brasileira conquistou 43 medalhas e subiu duas posições no quadro geral, classificando-se em sétimo e obtendo sua melhor colocação na história.

Neste ano, em Toronto, os nossos atletas paralímpicos superaram as expectativas e conquistaram um total de 257 medalhas, classificando-se no primeiro lugar geral. Agora, as atenções estão voltadas para as Paralimpíadas de 2016, que acontece no Rio de Janeiro e que contará a cobertura de todos os veículos de imprensa do País.

Com o objetivo de entender um pouco sobre a boa campanha que está sendo feita com esses atletas e a preparação para o maior evento esportivo para a categoria, o estudante Lucas Herrero conversou com Edilson Alves da Rocha, diretor técnico do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

Durante o bate-papo, Tubiba, como é popularmente conhecido, falou sobre como funciona o planejamento do CPB, a força do Brasil nos esportes coletivos, a previsão para o evento do ano que vem e como analisa o incentivo do Governo Federal ao paradesporto.

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