Pesquisa divulgada recentemente revela que, no Brasil, o número de vítimas de vazamentos de “nudes selfies” ou vídeos íntimos divulgados sem consentimento quadruplicou nos últimos dois anos. Em 2012, 48 casos haviam sido registrados pela SaferNet e, no ano passado, foram 224 internautas que procuraram o serviço de ajuda.
Em entrevista para o “Jornal da Gazeta AM”, a estudante Larissa Moreira conversou com a advogada Gisele Truzzi, especialista em direito digital, sobre qual procedimento que a vítima deve seguir, se há algum meio técnico para descobrir o responsável pelo vazamento das imagens e se a punição também é válida para aqueles que apenas compartilharam a pornografia. Além disso, a entrevistada explicou os motivos pelos quais ela acredita não ser necessária a criação de uma legislação que puna este tipo de crime e se juridicamente é possível minimizar os danos causados pela invasão de privacidade.
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